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Diretora aciona PM após aluna ter surto e relatos de “levitação” causarem pânico em escola

Diretora chama PM após surto de aluna gerar relatos de “levitação” em escola de Goiânia


Diretora chama PM após surto de aluna gerar relatos de “levitação” em escola de Goiânia

Publicado em 09 de maio de 2026

Escola em Goiânia

Um episódio ocorrido em uma escola estadual de Goiânia chamou atenção nas redes sociais e gerou grande repercussão nos últimos dias. A diretora da unidade acionou a Polícia Militar após uma estudante de 16 anos apresentar um forte surto dentro da escola, causando medo entre alunos e funcionários.

Segundo relatos divulgados por veículos locais, a adolescente teria gritado, se debatido e tentado agredir colegas durante a crise. Algumas testemunhas afirmaram que a jovem estaria “endemoniada” e até “levitando”, versão que rapidamente viralizou na internet e alimentou debates sobre espiritualidade, saúde mental e fake news.

De acordo com informações da Secretaria Estadual de Educação de Goiás, a situação foi tratada como um possível surto psicológico ou psiquiátrico. A escola acionou familiares e solicitou apoio médico, mas, diante da agitação no ambiente escolar, a Polícia Militar também foi chamada para garantir a segurança dos presentes.

Até o momento, não existe qualquer confirmação oficial sobre os relatos sobrenaturais compartilhados nas redes sociais. Autoridades reforçam que o caso deve ser analisado com responsabilidade, evitando julgamentos precipitados ou exposição da estudante envolvida.

Debate nas redes sociais

O episódio reacendeu discussões sobre saúde mental nas escolas, preparo das equipes educacionais para situações de crise e a velocidade com que informações sensacionalistas se espalham na internet.

Nas redes sociais, opiniões ficaram divididas. Enquanto alguns internautas defenderam explicações espirituais para o ocorrido, outros destacaram a importância de acolhimento psicológico e acompanhamento médico especializado.

“O caso mostra como situações delicadas podem rapidamente ganhar versões exageradas nas redes sociais.”

O caso segue repercutindo em todo o país.


Fonte: veículos locais de Goiás e informações divulgadas pela Secretaria Estadual de Educação.

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